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Respeitar o indivíduo como um ser integral, e não enxergá-lo apenas como um diagnóstico, um sintoma, é um compromisso.

Por trás de um sintoma, existe sempre uma causa e devemos voltar nosso olhar para a complexidade desse indivíduo que trás junto com seu diagnóstico todo um histórico emocional, mental e espiritual, além do físico.

Buscando sempre a causa primaria do seu desequilíbrio, respeitando e compreendendo que o corpo encerra em si toda a sua história, talvez possamos ousar compreender os caminhos tortuosos do desenvolvimento de suas dores e cumprir a tarefa que nos cabe: “facilitar” a retomada do corpo, ao seu caminho próprio e individual de auto-equilíbrio. 

“Se as paredes ouvissem... Na casa que é o seu corpo elas ouvem. As paredes que tudo ouviram e nada esqueceram são os músculos. Na rigidez, crispação, fraqueza e dores nos músculos das costas, pescoço, diafragma, coração e também do rosto e do sexo, está escrita toda a sua história, do nascimento até hoje.” ( Thérèse de Bertherat em “O corpo tem suas razões”)

© 2011 Cristina Yui. Todos os direitos reservados Los 3 IRIS Informática