CASO 1
Nome: Marcio Luiz de Matos
Idade: 45 anos
Profissão: Professor
Diagnóstico médico: Labirintite
Histórico: O paciente veio encaminhado pelo seu dentista com queixa de vertigens, tonturas, zumbido nos ouvidos há vários anos, e que vinham se agravando. Na avaliação observei instabilidade de equilíbrio em pé com os olhos fechados, perda significativa dos movimentos oculares principalmente no sentido lateral, o que o obrigava inconscientemente a fazer a rotação exagerada da cabeça para compensar o défict de movimentação ocular. Apresentava muita apreensão ao toque na nuca. Com o decorrer das sessões, observei que a apreensão ao toque e à posição deitada foram diminuindo gradativamente, permitindo o acesso ao relaxamento. Logo no início, com o trabalho específico nos olhos, houve uma recuperação total dos movimentos, deixando de usar os óculos de descanso (liberado pela oftalmologista). Ao longo do tratamento, outros sintomas foram revelados a medida que a resolução dos mesmos acontecia: os sintomas da labirintite e claustrofobia e desconforto em locais com muito movimento de pessoas, foram diminuindo até desaparecerem por completo, o que permitiu que o paciente pudesse realizar atividades como passeios ao Shopping, andar de metrô; desapareceu o medo de altura, a sensibilidade ao som alto, que era um dos fatores desencadeantes das crises de labirintite, e aumento do zumbido, e assim passou a ouvir o radio do carro. Conforme as necessidades iam se apresentando, as sessões semanais transcorreram intercaladas com sessões de ajustes biomecânicos, quietude e resolução somato-emocional, de profunda repercussão em sua vida pessoal e profissional. Continua em tratamento pois ainda apresenta um zumbido residual, que não interfere em suas atividades mas que o conscientiza da necessidade de continuar em busca das resoluções de suas questões internas.
Cristina Yui (Crefito 4707-F)
CASO 1 - DEPOIMENTO DO CLIENTE
Quando procurei a Drª Cristina, tinha sintomas muito fortes do que havia sido diagnosticado pelos médicos como labirintite, tinha freqüentes crises com tontura, muito zumbido nos ouvidos, vertigem, não conseguia ficar muito tempo em locais fechados como shopping centers e bancos e algumas posições em que eu ficava me incomodava muito, como sentar na cadeira de um dentista e voltar a cabeça para trás. Comentando isto com o meu dentista, Dr Cláudio, ele me falou sobre a Drª Cristina que tinha um tratamento muito bom para estes sintomas, a Terapia de Integração Craniossacral, resolvi procura-la pois já havia tentado de tudo, da medicina tradicional a acupuntura, a homeopatia, mas nada me fazia sentir melhor apenas aliviava os sintomas por uns dias e depois voltada tudo novamente e parecia cada vez mais acentuado.
Na primeira vez que deitei na maca, percebi que até ficar deitado de “barriga pra cima”
(que não era o meu costume) me causava estranheza, porém logo após as primeiras sessões comecei a perceber que já não era tão estranho e nas próximas vezes que fui ao dentista já me sentia bem melhor e as tonturas e vertigens foram diminuindo aos poucos.
Comecei a ficar encantado com o tratamento e embora com a correria da vida de professor procurei a acertar minha agenda para não faltar em nenhuma sessão semanal. Então comecei a descobrir as reais causas que estavam danificando minha saúde, aquilo que muitos me disseram antes que “não tinha cura”, “que-tinha-que-qprender-a-conviver-com-aquilo-e tomar-um-remedinho-quando-necessário”, escondia problemas que estavam relacionados ao meu passado e enterrados no meu subconsciente mas minando minhas energias e tirando meu equilíbrio, quando a Dra Cristina fazia a terapia craniossacral estas lembranças vinham a tona me faziam sofrer um pouco, porém estranhamente perto do final de cada sessão vinha um sentimento de compreensão do que havia acontecido e de como estava afetando o meu presente e ainda mais nos dias subseqüentes lentamente iam surgindo lampejos do que eu podia fazer para solucionar aquelas questões mal resolvidas e a cada passo que dava os sintomas foram desaparecendo.
Hoje, quando faço coisas simples como ir a um cinema no Shopping ou andar em um teleférico ou ouvir música no rádio do meu carro sem ficar com aquele zumbido terrível nos ouvidos, fico imensamente feliz e agradeço por esta oportunidade de aprendizagem e crescimento que me foi dada.
Obrigado Cristina Yui,
Marcio Luiz
São Paulo, 13 de janeiro de 2009
CASO 2
Nome: Aparecida D. Custódio
Idade: 52 anos
Profissão: professora
Diagnóstico: Dores crônicas de cabeça, DTM ( disfunção temporo-mandibular) cervicobraquialgia à direita e cirurgia de artrodese cervical no segmentos C5/C6/C7.
Histórico: aos 21 anos de idade iniciou com os sintomas dolorosos na ATM ( articulação Têmporo-mandibular), tendo realizado tratamento medicamentoso com o buco maxilar sem sucesso, piorando ao longo dos anos e passando a apresentar fortes dores de cabeça, dores cervicais irradiando para ombro e braço direito.
Aos 40 anos, foi diagnosticado Fibromialgia e Depressão.
Seu quadro cervical evoluiu para hérnia de disco entre os segmentos da 3ª à 6ª vértebras cervicais, com compressão em alguns segmentos da medula provocando a piora das dores e espasmos musculares no ombro e braço direito. Em 09/04/2008, submeteu-se à cirurgia para retirada das hérnias que culminou com uma artrodese (fixação) da coluna cervical que aliviaram os espasmos mas não as dores. Na ressonância pós cirurgia, verifica-se a existência ainda de compressão provocada por um complexo difuso de calcificação de um disco entre a 4ª e 5ª vértebras cervicais.
Relata 2 episódios de convulsão após intenso stress emocional.
Fazendo uso de analgésicos, antiinflamatórios e antidepressivos.
Faz uso de prótese parcial na arcada superior devido a ausência dos molares superiores direitos e de 2 molares superiores esquerdos.
Veio encaminhada pela dentista com quem iniciava o tratamento da ATM , no final de outubro de 2008 para avaliação e tratamento de apoio, queixando-se de dor intensa “na cabeça”, cervical e ombro, dificuldade para dormir, comprometendo suas atividades de vida diária. Apresentava expressão facial de sofrimento, relatando perda de percepção dos movimentos faciais . Iniciou tratamento semanal, relatando alívio das dores em 80% já ao final da 1ª sessão, alívio que perdurou por algumas horas. Apresentava ausência de ritmo e bloqueio dos movimentos dos ossos cranianos e da boca . Ficou claro pra mim que o fulcro do problema localizava-se no seu maxilar, que teve seu movimento natural bloqueado pelo uso da prótese dentária. A paciente, com o decorrer das sessões,foi relatando duração cada vez maior dos períodos sem dor, melhora da qualidade do sono, deixou de fazer uso da medicação pra dor, diminuiu os antidepressivos e passou a perceber a relação da prótese com sua dores, e após a 5ª sessão, abandonou espontaneamente o seu uso. Encaminhei então para o dentista que providenciou uma prótese provisória adaptando-a de forma a não impedir qualquer movimento do sistema craniossacral, até que esteja em condições de submeter-se ao implante dentário.
O tratamento segue em sincronia com o da ortodontista com evolução contínua de melhora funcional da ATM, das dores e de seu estado geral.
Cristina Yui (Crefito 4707-F)
CASO 2 - DEPOIMENTO DO CLIENTE
Meu nome é Aparecida Donizetti Custódio, sou professora e tenho 52 anos.
Mais ou menos com 21 anos de idade, comecei a sentir dor na ATM. Tempos depois, passei a ter também, dores na coluna cervical. Concomitantemente com esta situação, com 40 anos de idade, entrei num quadro de Fibromialgia, seguido de depressão profunda, que me levou a 4 anos de tratamento psiquiátrico, resultante das dores na ATM e coluna cervical que não cediam sua intensidade com fisioterapias e medicações.
Em abril de 2008, passei por uma cirurgia na coluna cervical, devido à 2 hérnias de disco, que me inflamavam os ombros.
No final do mês de outubro de 2008, com fortes dores na ATM, iniciei mais um tratamento, agora, com a Dra Gleice Murakami, ortondontista que me aconselhou a passar por uma avaliação com a fisioterapeuta, Dra Cristina Hatsumi Yui, que me explicaria os benefícios da utilização da fisioterapia craniossacral em conjunto com seu tratamento na ATM. Imediatamente iniciei o tratamento com fisioterapia craniossacral, e o que posso afirmar é que, 4 meses depois, já não preciso de analgésicos e antiinflamatórios, quase não uso antidepressivos, a intensidade das dores na ATM diminuíram, minha qualidade de vida melhorou. Hoje, continuo o tratamento craniossacral junto com o da ATM, tendo plena certeza que esta fisioterapia foi determinante para a melhora do estado geral das dores crônicas que tantos anos me atormentaram.
Aparecida D. Custódio
19 de março de 2009 |